Exame de Clamídia IgG ELISA
Exame de Clamídia IgG ELISA
R$ 26,00
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R$ 26,00
Informações da coleta
Prazo do resultado
3 dias úteis
Material coletado
SORO
Método de coleta
Segunda, quarta e sexta-feira
Instruções de preparo
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas. (CLHGE)
Exame de Clamídia IgG ELISA
O exame de Clamídia IgG pelo método ELISA é um exame de sangue que detecta anticorpos contra a bactéria Chlamydia trachomatis e indica contato prévio com a bactéria.
O que é o Exame de Clamídia IgG Elisa?
A Chlamydia trachomatis é uma das infecções sexualmente transmissíveis mais silenciosas e prevalentes do mundo. O exame de Clamídia – Anticorpos IgG (ELISA) detecta anticorpos IgG contra essa bactéria usando a técnica de enzimaimunoensaio, um método diferente do IFI, com suas próprias características e indicações.
O que é o método ELISA?
ELISA (Enzyme-Linked Immunosorbent Assay, ou Ensaio de Imunoabsorção Enzimática) é uma técnica laboratorial que usa reações enzimáticas para detectar e quantificar anticorpos. É amplamente usado em diagnósticos sorológicos por ser:
- Altamente sensível;
- Possível de ser automatizado em grande escala;
- Adequado para triagem em populações;
- O resultado é expresso como um índice numérico, com pontos de corte para classificação.
ELISA x IFI: qual a diferença?
Ambos detectam anticorpos IgG contra clamídia, mas por métodos diferentes:
O ELISA (Enzyme-Linked Immunosorbent Assay) é um método automatizado que utiliza reações enzimáticas para detectar substâncias no sangue, como anticorpos ou antígenos.
A IFI (Imunofluorescência Indireta) é uma técnica que utiliza anticorpos marcados com fluorescência para identificar reações específicas em células ou tecidos observados ao microscópio.
Para que serve o exame de Clamídia IgG ELISA?
O exame detecta anticorpos da classe imunoglobulina G contra a Chlamydia trachomatis. A presença desses anticorpos indica que o organismo já teve contato com a bactéria, seja em uma infecção passada ou em uma infecção ativa que já desencadeou resposta imune durável.
As principais indicações incluem:
- Diagnóstico de infecções complicadas: doença inflamatória pélvica (DIP), epididimite, linfogranuloma venéreo;
- Investigação de infertilidade: exposição prévia a clamídia pode causar dano tubário silencioso;
- Risco de gravidez ectópica: histórico de infecção por clamídia é fator de risco para implantação tubária;
- Síndrome de Reiter: artrite reativa com nexo à infecção prévia por clamídia;
- Estudos epidemiológicos e avaliação de risco populacional.
Importante: o teste tem limitações para infecções genitais simples, não sendo indicado para diagnóstico de infecções urogenitais não complicadas (uretrite, cervicite simples). Para essas situações, o PCR é o método de escolha.
É necessário jejum ou preparo especial para o exame?
O preparo é simples:
- Jejum de 4 horas antes da coleta (aconselhável).
- Nenhuma restrição alimentar específica.
Como é feita a coleta?
A coleta é feita por punção venosa simples.
Como interpretar o resultado?
Para resultados indeterminados, recomenda-se repetir o teste após 2 semanas.
Um resultado positivo indica contato prévio com a bactéria, não necessariamente infecção ativa no momento. A interpretação clínica é fundamental.
Quais as doenças relacionadas:
Conjuntivite, Infeccção urogenital, Uretrite, Prostatite, Linfogranuloma venéreo, Infertilidade, Doença inflamatória pélvica (DIP), Gravidez tubária (ectópica), Síndrome de Reiter.
Conteúdo revisado por: Camila Weber, Farmacêutica e Bioquímica (CRF-PR 15.904), especializada em bacteriologia clínica.
Responsável Técnico: Dr. Gustavo Aguiar Campana (CRM-SP 112181), especialista em Patologia Clínica/Medicina.
Perguntas frequentes
Não necessariamente. IgG positivo indica que o organismo já teve contato com a bactéria em algum momento. Para saber se há infecção ativa, o médico pode solicitar PCR ou pesquisa direta da bactéria.
O CLHGE usa a técnica ELISA; o CHLGT usa imunofluorescência indireta (IFI). Ambos detectam IgG para clamídia, mas por métodos diferentes. São frequentemente solicitados de forma complementar para maior precisão.
Sim. Os anticorpos IgG persistem no organismo por anos após a infecção, mesmo que ela tenha sido tratada com sucesso. O IgG positivo não significa necessariamente infecção atual ou falha no tratamento.
